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Campo Grande, MS – Brasil

Pra começar esse post, é justo e obrigatório agradecer pela receptividade dos nossos amigos sul-mato-grossenses que Floripa uniu.

 

forro

 

Alex, que nos ofereceu a casa e a disposição pra dirigir por alguns dias e muitas estradas de chão, as horas de conversa num domingo à noite e os conselhos sobre móveis e decoração. Só hoje percebi que podia ter mandado a rede de carro com vocês, mas acabei passando perrengue à toa. hahahaah

Junior, que foi responsável pela animação e a falta de silêncio. Por muitas e muitas risadas e pela experiência ddo tereré.

Milena, que nos proporcionou o melhor do clube da luluzinha que poderíamos encontrar em CG e ainda dividiu a família em um dia de Páscoa, o sofá e os cachorros.

A saudade de vocês já tá apertada e cada dia mais.

Chegando em Campo Grande, fomos recepcionadas por nossos dois amigos. Junior já fez o convite pra balada. Pensei “Por que não? Mas…eu estou de tenis.”

Ok, drama superado. Eu era turista mesmo e nunca mais ia ver aquelas pessoas por lá.

Assim conhecemos o Barbaquá (http://www.barbaqua.com.br) em uma noite de tudo misturado. Confesso que com o cansaço e o espírito do “vamos ver no que vai dar” era a melhor opção mesmo.

Enquanto nosso motorista dormia, nós aproveitávamos o melhor do sertanejo, pop-rock daquele pedaço de lugar.

Baladas, sertanejos e forrós à parte, Campo Grande me ensinou o que é a vida em uma cidade pequena com cara de cidade grande. Sem muitos atrativos turísticos, sem trânsito, sem violência e muitas outras coisas, descobri que é possível viver em um lugar como aquele.

Dizem por aí que qualquer dia eu viro hippie. Vai ver que é verdade mesmo.

Na volta de Bonito, reservamos alguns dias para conhecer melhor a cidade.

Durante o dia, um bom descanso. Durante a noite, sempre tinha uma nova proposta.

Alimentação

Você vai querer conhecer o Comitiva Pantaneira. A comida é deliciosa e tem uma variedade e chega a ser impossível controlar a boca. Aliás, eu até diria que tudo por lá é gostoso o suficiente pra te fazer voltar.

Para a sobremesa, um jeito diferente de chupar picolé. Não sei mesmo se é porque sou carioca, mas jamais seria possível aqui no Rio deixar minha bolsa na mesa do lado de fora da loja em uma rua escura pra pegar meus picolés do lado de dentro. Eu diria inclusive que não deixaria a bolsa nem mesmo dentro da loja. rs

Pois é, é o jeito seguro de Campo Grande se apresentar. E foi nesse momento que conheci o Delícias do Cerrado (http://www.deliciasdocerrado.com/), uma lojinha de picolés que você pega e coloca numa cestinha. A maioria deles com sabores típicos e exóticos. Eu não sou muito dos sabores exóticos e acabei preferindo os mais tradicionais, mas mesmo assim deu pra perceber que passa longe de um picolé qualquer desses da vida.

Sobre os preços, não ficam muito longe dos de uma cidade, mas também tem como achar lugares mais baratos para comer.

Se você for na feira central de Campo Grande vai poder experimentar o Sobá. Tem em toda e qualquer barraquinha de lá. Nada mais é do que um macarrão lámen com cebolinha, carne, ovo e um caldo que não entendi direito do que se trata, mas de qualquer forma é muito bom.

Noite

A noite de Campo Grande é bastante engraçada. As pessoas não interagem muito e, sinceramente, não sei como fazem amigos por lá. Ninguém fala com ninguém. Só com os próprios amigos. Mesmo assim, é um bom lugar pra ir. Só esteja preparado para o sertanejo e o forró. É quase impossível fugir dessas opções por lá.

 

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